quinta-feira, 9 de junho de 2011
[Korea's Got Talent] Sung-bong Choi - Legendado
Um garoto que não tem familia, estuda musica em cursos grátis, já morou na rua, foi abandonado pela familia aos 5 anos, e seu maior sonho é se tornar cantor. E eu que achava que tinha problemas!
quarta-feira, 8 de junho de 2011
sessão nostalgia
Uma canção, sessão nostalgia, cheiro de terra molhada ,
dourados, kikão, eu , familia, infância, me traz recordações,
no tempo em que eu nem sabia saber, vivia sem saber..
terça-feira, 7 de junho de 2011

Eu vivo buscando o sentido da vida, o sentido de viver, o sentido de acordar todos os dias e passar por tantas provações e no fim do dia estar cansada do dia que passou, e fechar os olhos e ver que outro dia está nascendo e junto com ele novos fim de dias e ao passar há de amanhecer, cumprindo um circulo no qual eu ainda procuro o porque.
sexta-feira, 3 de junho de 2011
Uma porta fechada, um caminho circular. volta-se sempre para o inicio. A quem diga que seja maldição carregada pelos antepassados, eu mero grão de areia estou acreditando na tal louca teoria e também não vejo outra saída. Ao levantar abro meus olhos e tento ver se a luz do sol já nasceu , assim é melhor ,é outro dia, outro dia do qual espero, outro dia do qual aguardo,outros e outros que nunca chegam, presente tão guache.
quarta-feira, 11 de maio de 2011
???
Como se lembrar, onde não há lembrança,
existe ausência , mentira , incerteza, inocência ,
momentos concretos, momentos que me recordo,
cada segundo, cada pedacinho, cada folha de papel rabiscada,
cada canção, sou EU, não é ninguém,
sou Eu a busca do meu entender, quero me encontrar,
mais como se encontrar se não se perder,
ou será que já perdido estou,
é um labirinto, 2 saidas,duas portas, a estreita e a larga,
qual seguir?
existe ausência , mentira , incerteza, inocência ,
momentos concretos, momentos que me recordo,
cada segundo, cada pedacinho, cada folha de papel rabiscada,
cada canção, sou EU, não é ninguém,
sou Eu a busca do meu entender, quero me encontrar,
mais como se encontrar se não se perder,
ou será que já perdido estou,
é um labirinto, 2 saidas,duas portas, a estreita e a larga,
qual seguir?
terça-feira, 26 de abril de 2011
Letras são um pedaço de vida.
Passei pelo poderia e disse sim ,
peguei por poucos dias um sonho com as mãos,
hoje acordei e o sonho escorreu como água entre os dedos,
era para ser, era para isso, poderia quem sabe, mais não , não foi,
eu sabia no fundo que era impalpável, era apenas um sonho,
um sonho lindo, duas assas de borboletas , desenhadas,coloridas com as mais belas cores que meus olhos ja viram,me trazia esperança ...
aos poucos o desenho vai se tornando preto e branco , o tempo vai carregando
e o começo vai se tornar o fim tão rapidamente, que ao fim vou dizer eu poderia estar lá,
que pena, os fracos de memória ,
os alienados pelo mundo,
os que o coração não se curvam aos sonhos,
peças, artifícios que a vida prega, tive eu então que desistir de uma grande paixão, repleta de letras, literaturas,educação e vida..
é um pedaço de mim que se vai e é muito que fica,
hoje sou dois olhos abertos para o mundo,
critica ao extremo ao ponto de duvidar tudo que vejo,
heróis e bondade nos livros de história nunca existiram
,eu sou não vitima da sociedade, eu sou a sociedade,
eu sou o sonho , a verdade,mentira ..
eu sou a vida , apenas uma pessoa feita de anjos e demônios,
momentos bons e ruins ..
quarta-feira, 20 de abril de 2011
A busca do entender próprio,
A busca do entender da vida,
Quando se perdem as esperanças,
Quando não há saída, há de existir alguma saída,
honestamente contradigo o que acredito
me apago aos poucos ,
levemente minha'alma
toma lugar do espírito, que por si só se contradiz
e apesar de juntos são opostos..
qual é meu nome?
do que sou feito? preenchido
eu quero o amor do Pai,
o Perdão por ser humano.
A busca do entender da vida,
Quando se perdem as esperanças,
Quando não há saída, há de existir alguma saída,
honestamente contradigo o que acredito
me apago aos poucos ,
levemente minha'alma
toma lugar do espírito, que por si só se contradiz
e apesar de juntos são opostos..
qual é meu nome?
do que sou feito? preenchido
eu quero o amor do Pai,
o Perdão por ser humano.
quinta-feira, 14 de abril de 2011
Cronologia de vida
Arrisquei-me a tal ponto de perder a lucidez ,
Em uma estrada onde não se acha porta nem janelas,
que dirá corações, sentimentos, que dirá uma mão,
arrisquei-me sem saber ,
tão pequeno quanto um grão de areia,
tão frágil quanto uma rosa ,
porém a algo que me orgulho,
mon coeur est plus grand que le monde
no escuro onde não se tem saida se acha rebeldia e calmaria
sorrisos guardados , malas prontas ,
ter que ter esperança para não se entregar,
abrigados por uma carroça vazia,
triste fim? antes carroça vazia do que a morte...
comida farta do senior general,
paguem com sua gratidão,
é vender a alma , prestem atenção,
luxo e lixo, lixo e luxo, em uma só pessoa,
ouro, para que? para comprar status, roubar sua alma, sua calma,
respeitosamente, recebo-te de coração, cordialmente abro meus braços e digo
quero-te bem longe de mim e de onde houver poeira de meus pés,
respeitosamente, recebo-te de coração, cordialmente abro meus braços e digo
quero-te bem longe de mim e de onde houver poeira de meus pés,
resta-se então caminhar pela areia sem deixar pegadas..
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
domingo, 27 de fevereiro de 2011
Poema -Eu etiqueta
Em minha calça está grudado um nome
Que não é meu de batismo ou de cartório
Um nome... estranho.
Meu blusão traz lembrete de bebida
Que jamais pus na boca, nessa vida,
Em minha camiseta, a marca de cigarro
Que não fumo, até hoje não fumei.
Minhas meias falam de produtos
Que nunca experimentei
Mas são comunicados a meus pés.
Meu tênis é proclama colorido
De alguma coisa não provada
Por este provador de longa idade.
Meu lenço, meu relógio, meu chaveiro,
Minha gravata e cinto e escova e pente,
Meu copo, minha xícara,
Minha toalha de banho e sabonete,
Meu isso, meu aquilo.
Desde a cabeça ao bico dos sapatos,
São mensagens,
Letras falantes,
Gritos visuais,
Ordens de uso, abuso, reincidências.
Costume, hábito, permência,
Indispensabilidade,
E fazem de mim homem-anúncio itinerante,
Escravo da matéria anunciada.
Estou, estou na moda.
É duro andar na moda, ainda que a moda
Seja negar minha identidade,
Trocá-la por mil, açambarcando
Todas as marcas registradas,
Todos os logotipos do mercado.
Com que inocência demito-me de ser
Eu que antes era e me sabia
Tão diverso de outros, tão mim mesmo,
Ser pensante sentinte e solitário
Com outros seres diversos e conscientes
De sua humana, invencível condição.
Agora sou anúncio
Ora vulgar ora bizarro.
Em língua nacional ou em qualquer língua
(Qualquer principalmente.)
E nisto me comparo, tiro glória
De minha anulação.
Não sou - vê lá - anúncio contratado.
Eu é que mimosamente pago
Para anunciar, para vender
Em bares festas praias pérgulas piscinas,
E bem à vista exibo esta etiqueta
Global no corpo que desiste
De ser veste e sandália de uma essência
Tão viva, independente,
Que moda ou suborno algum a compromete.
Onde terei jogado fora
Meu gosto e capacidade de escolher,
Minhas idiossincrasias tão pessoais,
Tão minhas que no rosto se espelhavam
E cada gesto, cada olhar
Cada vinco da roupa
Sou gravado de forma universal,
Saio da estamparia, não de casa,
Da vitrine me tiram, recolocam,
Objeto pulsante mas objeto
Que se oferece como signo dos outros
Objetos estáticos, tarifados.
Por me ostentar assim, tão orgulhoso
De ser não eu, mas artigo industrial,
Peço que meu nome retifiquem.
Já não me convém o título de homem.
Meu nome novo é Coisa.
Eu sou a Coisa, coisamente.
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